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Mari não descarta migrar da quadra para a praia






Vôlei - Mari jogadora da Unilever na praia - Rio de Janeiro (Foto: Danielle Rocha / GLOBOESPORTE.COM)

A vontade de jogar na areia é antiga. Mas Mari sempre adiou. Queria primeiro fazer seu pé de meia na quadra, ganhar os títulos que faltavam. Aos 29 anos, a ponteira voltou a pensar na possibilidade de fazer a transição. E até já foi procurada, para conversas informais, sobre o assunto.  Com cirurgia no joelho esquerdo marcada para próximo o dia 26 e com previsão de ficar sete meses em recuperação, Mari diz que está aberta a propostas. Hoje, sem ter uma formalizada, segue pensando em um contrato para voltar a defender uma equipe na Superliga, após seis meses atuando na Turquia pelo Fenerbahçe.

- Existe a possibilidade, sim. Nunca menti que gosto muito de praia. Tudo depende de conversar e ver o que vai acontecer. Para mim é um desafio, e eu gosto de desafios. É uma coisa para se pensar, sim. O Marcão, (Marcos Miranda, técnico da seleção feminina de vôlei de praia) que está tocando o projeto, me disse que, numa reunião, o meu nome apareceu como um dos mais cotados para essa transição. A gente conversou e ficou acertado que ele falaria com o Ary Graça e aí me fariam a proposta. Mas ainda não chegou nada. Estou esperando, mas tenho que tocar a minha vida. Se for uma coisa muito legal e for satisfatória, eu migraria - disse. 

Esse caminho foi feito por Fernanda Berti, ex-Vôlei Futuro, no ano passado. Procurada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), que tem um projeto para atrair atletas altas para a modalidade outdoor, ela resolveu arriscar.

- É outro esporte. Brinquei na areia já e sei que é bem difícil - afirmou Mari.


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