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Use o Minivoleibol para ensinar o Voleibol







O mini-voleibol é um método simples e adaptado às necessidades das crianças de 08 a 14 anos, para a aprendizagem do voleibol, jogado por duas equipes compostas por menos de 6 jogadores em cada time, resultante de reflexões didáticas onde as ações complexas se reduzem a situações de jogos simplificadas, correspondentes ao estado de desenvolvimento dos jogadores.

 Ressalta-se ainda que a idade de 8 a 12 anos é a melhor idade para aprender, fase em que a criança consegue exercer domínio sobre seu corpo, possuindo um interesse muito grande em aprender e fazer, em buscar o novo. O bom aproveitamento desta fase implicará na formação de uma base física/motora de ótima constituição, sobre a qual se dará, nas fases futuras de treinamento, um aperfeiçoamento de caráter altamente eficaz


As vantagens da prática deste esporte pela criança podem ser distinguidas no plano físico, intelectual ou cognitivo e moral ou afetivo. Sobre o plano da psicomotricidade, o vôlei desenvolve a destreza, a coordenação, a capacidade de reação, a velocidade e o domínio sobre si mesmo. Neste plano os comportamentos podem ser caracterizados pelo verbo fazer. O aspecto intelectual ou cognitivo abrange as habilidades intelectuais do aluno, assim como seu conhecimento e sua capacidade de demonstrar esse conhecimento. E no plano moral, desenvolve o espírito de apoio, de ajuda e facilita a interação social progressiva. No aspecto afetivo deve-se estar atento a basicamente a 12 características, tais como: agressividade, tensão, medo, determinação, desatenção, atenção, nervosismo, tranquilidade, falta de confiança, segurança, alegria, e motivação, as quais podem ser separadas em itens facilitadores positivos ou negativos e itens inibidores positivos e negativos.

Exemplo de atividade que pode ser desenvolvida com o minivolei

Organização do espaço: Utilização da quadra de voleibol ou espaço para práticas corporais, dividindo-a ao meio, paralelamente à linha lateral; passar um barbante preso na altura das traves do gol, alinhado de uma extensão a outra da quadra, sobre a demarcação simétrica da divisão anterior; o barbante representará a rede do jogo.

Utilizando as linhas demarcadas no chão formamos três quadras menores de cada lado do barbante, para realizar o jogo, conforme o diagrama abaixo:

grafico de uma quadra de mini volei
- Desenvolvimento: a bola poderá ser manipulada utilizando todas as possibilidades de movimentos relacionados com a habilidade motora "volear", ou seja, o estudante não poderá segurá-la durante a disputa do ponto no jogo.

As demais regras do jogo poderão ser adaptadas do voleibol, considerando-se as devidas discussões prévias com os estudantes.

Professor(a), não se esqueça de refletir com os estudantes sobre o que foi feito durante a aula, busque ampliar o diálogo para contemplar a proposta deste trabalho e debater sobre o voleibol em seus aspectos mais amplos: cultural, social, político e econômico.

Explique aos estudantes que todos esses movimentos aprendidos podem ser ampliados. Para isso, é necessário variar as possibilidades, como fizeram com as bexigas, por exemplo. Lembre-os também de que em diversas situações sociais podemos impor nosso ritmo, nossa forma, nosso jeito para participar da vida coletiva, por isso, não devemos cair no erro de padronizar ou buscar modelos. Explique que podemos adaptar regras para podermos participar e até mesmo recriar outras formas de jogar e que, ao brincar, estamos desenvolvendo nossas aprendizagens, capacidades e habilidades de forma integral.

Após a reflexão, é importante que façam um registro do que foi realizado, podem trabalhar com atividades como: pintar uma figura que represente o que fizeram e que considerem ser similar ao que vivenciaram ao jogo do voleibol.

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