A crise dos 30 anos está passando bem longe de Érika. Ponteira do Rio de Janeiro, a maior pontuadora da história da Superliga, que completa três décadas de vida nesta terça-feira, diz que está muito feliz com as realizações em quadra. A única coisa que a campeã pan-americana em Winnipeg-1999 ainda sente falta não está ligada ao vôlei, mas sim ao seu relógio biológico.
- Trinta anos, ai, caramba (risos). O que posso dizer é que estou me sentindo muito madura e feliz com o que construí em quadra. Além disso, a vontade de ser mãe está cada vez mais forte – diverte-se.
Depois de conquistas com a seleção brasileira, Érika não veste mais o uniforme verde e amarelo. Mas a jogadora do Rio de Janeiro garante que se sente melhor agora do que há dez anos.
- Não sinto tanta diferença. Sempre cuidei da parte física, não tenho problema de lesão. Vejo meninas de 20 anos fazendo cirurgias e não preciso. Claro que não alcanço mais 3,30m no ataque, como fazia há uma década. Mas ter boa cabeça aliada à experiência ajuda bastante.
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