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Zé Roberto cobra atenção a número de erros






A vitória contra Taiwan, na estreia do Grand Prix, em São Carlos (SP), já era esperada. Os 21 erros na partida, alguns deles bolas fáceis, no entanto, serviram de alerta para o técnico da seleção brasileira, José Roberto Guimarães. Após a partida, o treinador afirmou que a equipe precisa ter mais atenção nos próximos jogos, contra Japão e Itália.

A seleção volta à quadra neste sábado, contra o Japão, às 10h. No domingo, as meninas brasileiras encerram a primeira fase contra a Itália, às 9h30m. As partidas serão transmitidas pela TV Globo.

- Gostei, de uma certa forma, da apresentação do time. Exceto no segundo set, quando tivemos problemas na recepção. Erro perto do ideal é zero, mas a gente sabe que o adversário joga, e a gente acaba cometendo erros. Alguns vão acontecer pela qualidade do adversário. O que não é admissível são os erros crassos, por um posicionamento ruim. Esse tipo de erro a gente não pode cometer contra times de mais qualidade. Hoje, a gente conseguiu vencer mesmo com 21 erros. Pode ser que em um jogo contra o Japão ou contra Itália isso seja imperdoável.

Zé Roberto, no entanto, afirmou que o time rendeu bem e que alguns desses erros aconteceram porque o time não conseguiu fazer o melhor aquecimento possível, por conta do frio que castigava as jogadoras e a torcida no ginásio Milton Olaio Filho. Mesmo assim, o treinador acredita que a equipe não pode usar o argumento como desculpa.

- O horário é diferente, o frio estava forte. Elas estavam se aquecendo, mas estava muito frio. Mas eu acho que isso não pode ser uma situação de desculpa para erros que você comete. Para o outro time tambm estava frio. Existe o processo de superação, de horário, temperatura, faz parte do contexto do jogo. Mas o frio foi igual para os dois.

O treinador também ressaltou a importância para as jogadoras de atuar em casa nesta primeira fase do Grand Prix.

- A gente precisa ter mais experiências como essa, jogando no Brasil. Nós não temos tantas oportunidades assim porque os campeonatos femininos, na maioria, são realizados na Europa ou na Ásia. Uma coisa é jogar por clube, a outra é por seleção, com todo mundo torcendo, vibrando. Elas são ídolos de muitas crianças. Estar perto da torcida tem um valor inestimável. A gente precisa repetir essa experiência, porque valoriza mais estar na seleção. A expectativa de vitória é tão grande que cada vez a responsabilidade aumenta, e elas se doam mais. É muito importante jogar no Brasil.

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