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Giba se recupera com animação e ansiedade





Giba segue fazendo tratamento intensivo para se recuperar de operação. Foto: André Portugal/Vipcomm/Divulgação

Animação, adrenalina e ansiedade têm sido os componentes mais presentes na recuperação do ponteiro Giba um mês depois de operar a perna esquerda. O jogador do Cimed/Sky demonstrou confiança à reportagem do Terra quanto ao pós-operatório, reclamou da impossibilidade de poder atuar e relatou o alívio da volta aos exercícios direto de Florianópolis, onde mora e atua.

"Estou bastante animado. Acho que, depois de tudo o que aconteceu devido àquela correria, é uma recuperação boa. O organismo está reagindo muito bem", disse, por telefone. A pressa em definir a realização da cirurgia resultou do curto prazo que tinha até a realização dos Jogos Olímpicos de Londres, em julho, para o qual a Seleção Brasileira masculina de vôlei, atual vice-campeã, tem vaga garantida.

Giba se lesionou durante o Sul-Americano de 2011 e agravou o problema na Copa do Mundo do Japão, em dezembro do mesmo ano, quando teve que substituir o também machucado Dante. Como o tratamento de longo prazo não estava rendendo e não dava garantias de melhora, decidiu operar e comprometer sua sequência com Cimed/Sky na Superliga, mas estar pronto para Londres.

"Está tudo indo de vento em popa", afirmou o jogador, que se mostrou descontente com o afastamento obrigatório. "(O que mais incomoda é) a ansiedade de querer voltar logo", apontou. Nos últimos dias, no entanto, ganhou um alívio. "Já estou fazendo (exercício com) bola. Eu fico sentado em um caixote fazendo essa parte. Começou faz pouco tempo, mas dá uma boa ajuda para segurar a adrenalina".

De olho na Olimpíada

Com a recuperação correndo como esperado, Giba tem dado boas notícias ao técnico Bernardinho. "Eu falo direto com ele. Todos esses anos nós sempre nos falamos, e ele está sempre querendo saber (de mim). Está tudo tranquilo", disse o ponteiro, sem considerar qualquer risco de ficar fora da lista de convocados para buscar seu segundo ouro olímpico - venceu em Atenas 2004 e foi prata em Pequim 2008.

"(Não há risco) justamente porque foi uma coisa muito planejada por toda a equipe médica para poder estar bem e sem qualquer problema na Olimpíada", explicou o atleta, que não se ressente da lesão. "Acaba sendo uma coisa que, na nossa vida (de atleta), é corriqueira. Você não pode ficar pensando nisso. Está sempre sujeito", complementou.

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