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Hooker elogia torcida brasileira: "nos EUA só é assim na Olimpíada"





Destinee Hooker participa da vitória fora de casa do Sollys/Osasco. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

O Sollys/Osasco resolveu sua classificação à semifinal da Superliga feminina fora de casa, mas foi como se estivesse jogando em seus domínios. Na última sexta-feira, em um Baetão com forte presença de torcida favorável, a equipe osasquense derrotou o BMG/São Bernardo por 3 sets a 1 (parciais de 25/19, 25/17, 21/25 e 25/14), e, com duas vitórias, avançou de fase.

Os torcedores empurraram sua equipe durante a partida inteira, e fizeram questão de cantar o nome de cada jogadora ao fim do jogo. Apesar de não entender tudo o que os fãs do Sollys/Osasco cantam, a oposto americana Destinee Hooker se animou com a presença, e explicou que não costuma ver este tipo de apoio fora do País.

"Nos Estados Unidos só vejo um apoio assim em época de Olimpíada. Nos outros lugares em que joguei o apoio fica bem maior nos playoffs, mas eles não seguem o time para outras cidades como aqui", disse a jogadora ao Terra. "Esse é apoio é ótimo, nos ajuda muito", afirmou.

Hooker e o Sollys/Osasco aguardam o vencedor do duelo entre Usiminas/Minas e Sesi para descobrir o adversário na semifinal. A americana mantém confiança em seu time, e destacou a química presente entre as jogadoras da equipe de Osasco.

Temos uma química muito boa. Todas as jogadoras estão sempre fazendo o seu melhor. Temos certeza de que seguiremos desse jeito na próxima fase, seja contra o Minas ou contra Sesi", disse Hooker.

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