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Veja entrevista com Ju Costa






Durante essas duas semanas que antecedem a grande decisão da Superliga 2011/12, o site do Sollys/Nestlé publicará entrevistas com as jogadoras da equipe.  Acompanhe a série e conheça um pouco mais das atletas que contribuíram para levar o time à final da competição nacional. A entrevistada de hoje é a ponteira Ju Costa.

Além do voleibol, quais outros assuntos lhe interessam fora do esporte?

Eu gosto muito do espiritismo de Alan Kardec. Eu gosto muito de todos os tipos de notícias. Assisto novelas e procuro saber o que está acontecendo no mundo. Vejo um pouquinho de tudo.

Quando tem um tempo de folga ou durante os intervalos dos treinamentos que tipo de assunto você procura se informar?

Eu geralmente procuro pegar um livro para ler. Na internet não há um assunto específico que eu procure. Quando entro procuro mais saber sobre as notícias em geral.

Toda mulher se considera vaidosa. Sendo assim, quais são os principais cuidados que você tem com a beleza?

Toda semana ir ao cabeleireiro ajeitar o cabelo, depilar e fazer as unhas. Se apresentar bem. A vaidade é importante, mas acho que o interior é mais importante do que qualquer coisa. Eu procuro estar bem comigo mesmo antes de externar isso. É muito legal você ter uma boa aparência, mas a maior vaidade que tenho é a de me enriquecer por dentro.

Hábitos alimentares, receitas pessoais. Como você cuida da alimentação?

Essa é uma dificuldade porque precisamos cuidar bastante disso, mas às vezes acabamos fugindo do que precisa ser feito. Procuro evitar doces, refrigerantes e frituras. Adoro chocolate e comida japonesa. Chocolate é uma coisa que tenho que comer todos os dias. Nós dependemos do nosso corpo e do nosso físico então temos que nos cuidar bastante.

Quais os cuidados que você procura tem com sua saúde?

 Tudo que faço hoje dentro do esporte já é um cuidado que tenho com a minha saúde.  Eu tenho que estar bem, me cuidando psicologicamente, da alimentação e nos treinamentos fisicamente. Tudo isso ajuda muito na minha saúde.

Como você cuida da beleza, procura estar bonita mesmo em dias de jogos?

Eu sou muito detalhista com as coisas. O brinco é um acessório que não pode faltar em mim e nem em nenhuma das meninas porque eu fico falando: "você está sem brinco hoje. Coloque um brinco". Eu fico louca sem brinco. Por isso, o brinco é um acessório que sempre tem que estar comigo, assim como meu escapulário. Meu cabelo sempre tem que estar com gel, com tique taque e bem ajeitadinho. Nada que possa me incomodar ou tirar a minha concentração, acho que isso é o principal.

Como o voleibol surgiu na sua vida e quais dificuldades que enfrentou para se tornar profissional?

Antes de começar com o vôlei eu jogava basquete. Eu fazia aula de educação física com a minha mãe, que era minha professora no colégio que estudava, e nós treinávamos no Jacarepaguá Tênis Clube, lá no Rio de Janeiro, foi quando um professor de um time me viu jogando basquete e um pouquinho de vôlei e disse: "você é alta, não quer vir treinar com a gente? Eu te ensino a jogar vôlei". Eu disse que não sabia, mas aí ele começou a me ensinar e eu comecei a apresentar um dom para isso. Depois disso fui convidada para jogar vôlei na faculdade Castelo Branco e ganhei bolsa pra jogar vôlei e outros esportes, mas normalmente mais voleibol. Após isso meu pai me incentivou bastante a procurar um clube, a se dedicar a isso, ele via que eu queria ser jogadora. Meus pais jogavam vôlei na escola, não era nada profissional, daí ele foi e me colocou no Botafogo. No Botafogo foram três meses de treinamento com a Regina, grande profissional e atleta, na sequência Seleção Carioca e logo em seguida Seleção Brasileira. Depois vim pra São Paulo, com 16 anos, que foi quando realmente comecei a jogar, atuando pelo São Caetano e fazia parte da equipe Juvenil e Infanto. Depois fui conquistando uma vaguinha no adulto. Dificuldades a gente sempre tem. Em alguns momentos até as criamos porque depende da nossa capacidade de entendimento para passarmos por cima delas. As dificuldades fazem crescer e nos fortalecem. Todas as dificuldades foram muito importantes para chegar aonde cheguei até agora.   

Os momentos mais marcantes na carreira?

A primeira convocação para a Seleção Carioca (1999), a convocação para Seleção Brasileira e o título Mundial Juvenil (2001). Os dois Campeonatos Paulistas pelo Pinheiros foram bem marcantes porque o grupo de trabalho era excepcional e tenho saudades de todas as meninas desse grupo forte. E o momento do falecimento do meu pai, no qual eu tinha uma semifinal de Superliga para jogar, quando atuava em Brusque, e eu não conseguia dar uma manchete e um toque na bola. Esse dia foi de uma superação muito grande. Graças a Deus eu consegui jogar bem. Foi uma luz divina que veio dele e isso foi o que mais me marcou.

 

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Rafael Zito

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