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Natália destaca paciência na vitória contra o Sesi-SP






O Rio de Janeiro começou nervoso, perdeu o primeiro set, mas deu a volta por cima e saiu vitorioso, por 3 sets a 1, no primeiro jogo da semifinal contra o Sesi-SP, fora de casa. Muito do resultado positivo deve-se, além da atuação de Gabi, maior pontuadora com 19 acertos, ao bom desempenho de Natália e à estratégia montada pelo técnico Bernardinho, que se valeu dos erros do adversário. Para a atacante, a atuação, que rendeu a ela o Troféu Viva Vôlei de melhor jogadora do confronto, é fruto de muita paciência. Segundo a própria Natália, de 23 anos, com a ajuda dos amigos, da família e da comissão técnica carioca, ela tem tido mais tranquilidade para jogar.

Natália võlei Rio de Janeiro x Sesi (Foto: Miguel Schincariol/adorofoto)

- Estou conseguindo me entender um pouco melhor, estou entrando com mais calma, tendo mais paciência comigo, que acho que era o que eu estava mais precisando. O pessoal está me ajudando. Está vindo na hora certa. Eu sei que tem alguns momentos de altos e baixos durante a partida que preciso arrumar. Mas é trabalhar porque na outra semana tem outro jogo e, se Deus quiser, vamos ganhar - comentou, em relação ao próximo confronto, que acontece no sábado, dia 16 de março.

A líbero Fabi lembrou ainda que o trunfo do Rio de Janeiro foi jogar no erro do adversário. Se a equipe carioca errava muito no primeiro set, corrigiu os problemas com a orientação de Bernardinho, e deu a volta por cima. Nas etapas seguintes, começou a acertar as tentativas de ataque e os pontos de bloqueio.

- Montamos uma estratégia para marcar o jogo delas e hoje conseguimos. Tenho certeza que elas estarão com ainda mais vontade no próximo jogo. O time delas está muito motivado, pois vem de vitória em uma série muito disputada nas quartas de final. Hoje conseguimos diminuir o número de erros, o que nos possibilitou jogar com uma margem no placar a partir do segundo set - relatou.

O treinador do Sesi, Talmo, fez coro à líbero do Rio de Janeiro. Para ele, o saque forçado em cima de Tandara, que estava um pouco desatenta, foi um diferencial. Além disso, faltaram opções de jogadas para a equipe paulista a partir do segundo set.

- Começamos bem a partida, tivemos um volume bom de jogo. A partir do segundo set, depois do 6/3, a gente começou a dar muito ponto de erro. Ou saía para um ataque com um bloqueio bom delas, ou quebrava muito nosso passe. A gente não conseguiu dar uma ajustada e ter pelo menos duas opções. Era sempre uma opção e, ainda assim, essa opção muito fraca, em função de um saque com qualidade direcionado em uma posição que a gente não conseguia. Tiveram saques bons em cima da Tandara, que perdeu a concentração. Tem que acertar isso e saber que o time deles joga com os nossos erros - concluiu.


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