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Serginho quer time ligado para evitar terceiro jogo contra Volta Redonda


Serginho, líbero do Cruzeiro (Foto: Marco Astoni)

O Cruzeiro segue firme no objetivo de conquistar o bicampeonato da Superliga Masculina de Vôlei. Após vencer o primeiro jogo das quartas de final contra o Volta Redonda, por 3 a 0, vai até o interior fluminense encarar o adversário na segunda partida da série, às 18h45m (de Brasília) de quarta-feira. O líbero Serginho tem discurso de respeito ao adversário, mas afirma que o Cruzeiro vai para o jogo com o objetivo de ganhar e resolver logo a parada.

- A intenção é ganhar. Ninguém viaja pensando em perder. O confronto do segundo com o sétimo é teoricamente fácil, mas ano passado, quando terminamos a primeira fase em primeiro, perdemos o segundo jogo para o oitavo. A gente tem que tirar dessas lições as coisas positivas, não achar que já ganhou e não cometer os mesmos erros de acomodação. O jogo vale o nosso futuro na competição e a chance de eliminar a terceira partida.

Para o jogador do Cruzeiro, se manter no topo é difícil, assim como é a Superliga deste ano, onde praticamente todos já conhecem a equipe mineira e a forma de jogar.

- Tem três anos que a gente se mantém neste topo. Disputamos dez campeonatos e chegamos a todas finais. A maioria nós ganhamos. Eu acho que isto mostra que a gente tem mantido um bom nível. Nossa intenção, claro, é chegar à final e, mais ainda, conquistar o título. Todo mundo melhorou este ano, incluindo nosso time. O time do Rio de Janeiro está mais forte que o ano passado e é um concorrente sério ao título, como nosso time e o Sesi-SP, apesar da derrota no primeiro jogo para o Canoas.

O aproveitamento do ataque cruzeirense é um dos melhores da Superliga, o que explica, em parte, o sucesso do time na competição. Para Serginho, o time funciona como uma engrenagem e, se todas as peças e fundamentos não estiverem trabalhando bem, o time fatalmente não vai se dar bem.

- O vôlei é como o futebol. Quando ganha é mérito do ataque, quando perde é culpa da defesa. Ninguém vê o líbero e a defesa. Todo mundo grita o nome de quem fez o gol ou fez o ponto. É tipo uma banda de rock. A gente fica ali no fundinho, tipo o baterista. E estas engrenagens têm que funcionar, se não a gente perde. O jogo é coletivo e a gente sabe que quanto melhor a gente for em todos os fundamentos, não só no ataque, a gente consegue ter um diferencial no final.




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