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Sollys/Osasco tenta ignorar pressão para passar pelo Amil/Campinas






Jaqueline e Sheilla vôlei Osasco (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

A pressão está toda sobre os ombros do Osasco, e Jaqueline sabe disso. Não apenas pela fato de se tratar do atual campeão da Superliga, mas também por ser uma equipe experimentada e acostumada a chegar à decisão do campeonato. Do outro lado da rede, o Campinas entra na semifinal com o apetite de estreante que quer mais. A série melhor de três terá início neste sábado, às 10h, no ginásio José Liberatti. A partida terá transmissão da Rede Globo. O GLOBOESPORTE.COM acompanha tudo em Tempo Real.

- Acho que agora todos vão colocar a pressão em cima de nós. Mas já estamos prevenidas. Vão dizer que somos favoritas para a final. O Campinas também tem grandes jogadoras, tem condições. Queremos muito estar na final, mas eles também têm campeãs olímpicas que podem assumir isso. Não vou falar que podem vencer o jogo porque nossa equipe quer muito isso. E elas têm o Zé Roberto (Guimarães, técnico tricampeão olímpico), que torna isso mais complicado. Ele conhece os golpes de todas as jogadoras que estão aqui. E isso dificulta bastante para a nossa equipe. Mas é como eu falo, a responsabilidade é nossa e temos de colocar isso na cabeça. Vamos fazer o nosso trabalho porque eles também têm uma equipe muito boa - disse Jaqueline.

Nas duas vezes em que se enfrentaram na competição, uma vitória para cada lado. No primeiro turno deu Campinas (3 sets a 1). No segundo, Osasco (3 sets a 0). Apesar do equilíbrio, Sheilla prefere não pensar se do outro lado estará Zé Roberto.

- Acho que é uma decisão como outra qualquer. Cada fase agora é uma decisão que a gente quer vencer. A gente quer vencer, quer chegar à final. Então, precisamos encarar como um adversário qualquer, independentemente se tem Zé do outro lado ou não. Acho que não faz diferença se essa será a primeira semifinal do Campinas. As jogadoras já participaram de outras fases finais na vida. Então, é indiferente - afirmou.

Zé Roberto Guimarães orienta Walewska no treino do Campinas (Foto: Felipe Christ / Amil)

Zé Roberto sabe bem o valor do adversário. Tem consciência do tamanho da dificuldade que ele e suas comandadas irão enfrentar. Mas também promete dar muito trabalho.

- Sabemos de todas as complicações para bater o Osasco, que é um time formado pela base da seleção brasileira, que erra pouco e te obriga a jogar no seu limite máximo para conseguir os pontos. Sabemos que teremos que apresentar o nosso melhor vôlei para ganhar. E acredito que temos plenas condições de fazer uma boa partida para brigar por um resultado positivo. Tivemos altos e baixos ao longo do campeonato e sofremos com contusões, mas alcançamos nosso objetivo inicial, que era chegar nas semifinais. Neste primeiro ano faço um balanço positivo do projeto, mas ainda não acabou. Vamos lutar para fazer grandes jogos contra o Osasco - disse.

A equipe acredita que não ter os holofotes voltados em sua direção seja uma vantagem para tentar surpreender as atuais campeãs.

- A responsabilidade agora não é mais nossa e gostaria muito que as meninas entendessem dessa forma. Isso pode ser um ponto muito forte para nós. Jogar para ganhar, claro, mas sem esse peso, pois essa responsabilidade o Osasco conquistou ao longo dos anos, por ter sempre estado nas finais. Assim elas têm a pressão hoje de vencer os jogos e acho que podemos usar isso como uma arma - garantiu a capitã Walewska.

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