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Unilever vence Sesi-SP e vai encarar Osasco na final






Depois de um início de jogo equilibrado, a equipe do técnico Bernardinho imprimiu seu ritmo de jogo e com grandes atuações de Gabi e Sarah Pavan venceu por 3 sets a 0 (25/18, 25/21 e 25/23), fechou a série melhor de três por 2 a 0 e se classificou para enfrentar o Osasco na sua 12ª final de Superliga, a nona consecutiva, todas contra o time paulista. A decisão acontece no dia 7 de abril, em jogo único, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

O JOGO

O Sesi-SP começou a partida a todo vapor e abriu rapidamente 3 a 0. Mas a empolgação das jogadoras da equipe paulista durou pouco. Em três ataques consecutivos, o time do técnico Bernardinho deixou tudo igual. E assim o set transcorreu até o décimo-primeiro ponto. A partir daí, as donas da casa se beneficiaram pelos erros do time paulista – foram set ao todo na primeira parcial - e impuseram seu ritmo, abrindo 17 a 11.

Sassá passa mal vôlei Rio de Janeiro Sesi Superliga (Foto: Dhavid Normando / Ag. Estado)

Se a situação do Sesi-SP no set estava complicada, piorou quando a atacante Sassá sentiu falta de ar e começou a passar mal. A jogadora foi carregada por membros das duas comissões técnicas, foi atendida do lado de fora da quadra pelo médicos das duas equipes e foi para o vestiário de maca. A cena impressionou as companheiras da camisa 10, que praticamente assistiram o Rio de Janeiro fechar o primeiro set por 25 a 18.

Após o susto, as jogadoras do Sesi-SP, já cientes de Sassá havia sido medicada pelos médicos e passava bem,  engrossaram o jogo novamente e dominaram a segunda parcial até a segunda parada técnica, quando venciam por 16 a 15. Mas o Rio não se entregava e o jogo seguiu lá e cá até o vigésimo ponto. Foi quando Amanda entrou para sacar e o time carioca abriu uma importante vantagem de 24 a 20. As paulistas ainda diminuíram o prejuízo para 24 a 21, mas no ataque seguinte a canadense Sarah Pavan colocou no chão para fazer 2 a 0. 

A entrada da campeã olímpica Sassá no ginásio entre a parada do segundo e do terceiro sets para tranquilizar o público e mostrar que estava bem motivou o time paulista. Após receber o carinho da jogadora, que fez questão de mostrar que estava tudo bem com ela, as jogadoras do Sesi-SP entraram no terceiro set dispostas a prorrogar a semifinal. No começo, até conseguiram. Mas tranquilas em relação ao estado de saúde de Sassá, suas companheiros chegaram à primeira parada técnica vencendo por 8 a 6.

Na volta para quadra, o time paulista parou, o Rio de Janeiro reagiu e abriu 18 a 14, obrigando o técnico Talmo Oliveira a parar o jogo. O pedido de tempo coincidiu com a entrada no ginásio de Sassá, que mudou de ideia e, liberada pelos médicos, assistiu o resto da partida sentada nas cadeiras do Maracanãzinho ao lado dos pais. A presença da jogadora parece ter motivado suas companheiras, que acordaram na partida e fizeram 18 a 18.

O time paulista não se contentou com o empate e virou o jogo para 21 a 19, com três ataques sensacionais da oposto Tandara. Na mesma hora Bernardinho pediu tempo e parou o jogo, A bronca do ténico da seleção masculina, e, imediatamente, suas responderam em quadra e a liderança mudou de lado novamente (22 a 11). Desta vez quem parou o jogo foi Talmo. Mas a parada não surtiu efeito, e o Rio fez 25 a 22 e avançou para sua nona final de Superliga seguida.


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