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Mario Jr. busca final diferente contra o algoz Cruzeiro


Por duas vezes seguidas, o Cruzeiro foi a pedra no sapato de Mario Junior. Daquelas de machucar. Na temporada 2010/2011 parou o Vôlei Futuro nas semifinais da Superliga. Na passada, fez o líbero e sua antiga equipe amargarem o vice-campeonato. Mas, agora, ele espera que o final da história seja diferente. E que saia exatamente do jeito que sonhou quando ainda era bem pequeno: erguer o troféu, no Maracanãzinho, defendendo a camisa de um time de sua cidade. Neste domingo, às 10h, diante do atual campeão, o Rio de Janeiro lutará para conseguir o primeiro título de sua história.

Mario já tem três. Todos com o Florianópolis. Dois deles conquistados no Maracanãzinho. O que o deixa ainda mais confiante.

- Toda vez que joguei aqui consegui vencer. Esse é um dos motivos que me deixam confiante (risos). A equipe está muito motivada e tem o fator casa. E eu vou enfrentá-los pelo terceiro ano seguido, né? Esta semana temos que estudá-los muito. O Cruzeiro tem um conjunto forte. Eles estão há três anos juntos, e isso tem ajudado muito. Só que desta vez eu espero que a história seja diferente e meu time saia vitorioso. Está na hora de eles terem uma derrota - brincou o líbero.

Mario Junior treino vôlei Rio de Janeiro (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

A família estará toda no ginásio. Ele gosta da ideia. Faz lembrar o comecinho de carreira, aquele tempo em que defendia o Tijuca Tênis Clube e imaginava o dia em que chegaria à seleção. Ele chegou em 2008. Dois anos depois, integrou a equipe campeã do mundo e também colocou no currículo os títulos da Liga Mundial (2009 e 2010). Ficou fora dos Jogos de Londres, mas espera mostrar serviço para merecer novamente a convocação de Bernardinho. Serginho, o titular da posição, encerrou seu ciclo na equipe nacional nas Olimpíadas. Com a prata no peito, o remanescente da geração que conquistou o ouro em Atenas-2004 se emocionou e pediu que o próximo dono da camisa a vista com o mesmo carinho que ele.

- Eu sabia que não iria a Londres porque o Serginho estava bem e só poderia ir um. Sempre soube que eu só iria jogar se ele precisasse ser substituído devido a alguma lesão, como aconteceu em 2010 (Serginho operou a coluna). Ali eu pude suprir a necessidade. Agora vamos ver o que vai acontecer na convocação do Bernardo. Eu espero no domingo terminar um belo trabalho que vem sendo feito nos últimos anos. Esta será minha quinta final e no ginásio que já dá a sensação de Jogos de 2016 - sorri.




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