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Brasil pega os EUA pela 8ª vez no ano





Logo no início da temporada da seleção, o Brasil decidiu fazer uma série de quatro amistosos contra os Estados Unidos. Parecia prever, lá atrás, que conhecer bem as americanas traria frutos importantes no futuro. As brasileiras foram derrotadas nas quatro partidas mas, no Grand Prix, deu o troco duas vezes. Em novo confronto, pela segunda fase do Mundial da Itália, na semana passada, mais uma vez as atuais bicampeãs olímpicas levaram a melhor. Como se não bastassem todos os sete duelos no curto período de quatro meses, o oitavo e mais difícil dele surgiu. Neste sábado, no Mediolanum Forum, em Milão, o time de Zé Roberto enfrenta a equipe de Karch Kiraly em busca da almejada vaga na decisão da competição italiana. 

- Como o Kiraly disse na primeira entrevista (no primeiro jogo entre EUA e Brasil no Mundial): "Nós os conhecemos, e eles também nos conhecem". Então, é um jogo sempre duro – destacou José Roberto Guimarães. 

Ana Carolina vôlei feminino Brasil x EUA (Foto: FIVB)

Nos quatro primeiros confrontos, em uma série amistosa nos Estado Unidos, o Brasil ainda estava começando os trabalhos da temporada. Ainda à procura do entrosamento perfeito, as brasileiras perderam todos os jogos para as americanas. Quando se enfrentaram para valer, no entanto, o time de Zé Roberto venceu as duas partidas no Grand Prix e ainda garantiu o decacampeonato.

Comemoração, Brasil x China Mundial de volei feminino (Foto: Divulgação / FIVB)

O sétimo encontro foi pela segunda fase do Mundial da Itália, em Verona. Na ocasião, porém, as duas equipes se enfrentaram já com a classificação para terceira fase garantida. Os dois times decidiram entrar em quadra com as reservas, e o banco brasileiro levou a melhor, vencendo por 3 sets a 0.

Primeiro colocado do grupo H da terceira fase, o Brasil agora pega as americanas, segunda colocadas do G, na semifinal do torneio. Com as titulares escaladas do outro lado, o time de Zé Roberto promete ter muito mais trabalho para sair do jogo com a vitória e ficar a um passo do inédito título mundial.

- É um time que tem um grande volume de jogo, que joga com mais velocidade e, logicamente, é difícil de ser marcado pela velocidade e pela qualidade das jogadoras. Jogou mal contra a Itália, mas se recuperou contra a Rússia (nos jogos pela terceira fase). O time dos Estados Unidos é isso: volta rápido, porque tem algumas jogadoras maduras e equilibradas que dão o ritmo do time. 

FICHA DA PARTIDA:
Brasil: Fê Garay, Jaqueline, Fabiana, Thaísa, Sheilla, Dani Lins e Camila Brait. 
Técnico: Zé Roberto.

Estados Unidos: Kimberly Hill, Kelly Murphy, Foluke Akinradewo, Christa Dietzen, Jordan Larson, Alisha Glass e Kayla Banwarth.
Técnico: Karch Kiraly.

Local: Mediolanum Forum, Milão
Horário: 12h30 (de Brasília)

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