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Bernardinho lamenta jogo de portões fechados





Aos 55 anos de idade, sendo 35 dedicados ao vôlei, o técnico do Rexona-Ades e da seleção masculina de vôlei, Bernardinho, pode vivenciar nesta sexta-feira, uma situação inédita na sua longa carreira como jogador e treinador: ver um jogo sem nenhum torcedor.

"Nunca passei por isso. Não me lembro de jogar de portões fechados por nenhum motivo. Nunca aconteceu no vôlei por situações de violência ou algo desse tipo de não ter a liberação do ginásio", disse o treinador.

 

A liberação, ou não, dos torcedores do ginásio do Tijuca Tênis Clube vai ser decidida nesta sexta, às 11h da manhã quando um juiz dará seu veredito. O clube precisa mostrar todos os laudos para ter seu ginásio liberado pela Justiça. Para Bernardinho, algo a se lamentar.

"Jogar com ginásio vazio é a pior das situações. Temos uma torcida fiel e é uma penalização para torcedores e atletas. Você treina para expor a sua arte. Não ter para o esporte é horroroso. Amanhã o horário (19h30 contra o São José dos Campos) é mais bacana e se isso acontecer vai ser horrível. Vamos esperar que as coisas aconteçam e que possamos ter o publico e que não aconteça como o Flamengo ontem, que ganhou o intercontinental e não pôde jogar com sua torcida", afirmou.

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