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Brasília/Vôlei cresce nos números






Na temporada passada da Superliga, o Brasília/Vôlei deu indícios de que não passaria da primeira fase, já que havia sido montado em somente 30 dias no seu ano de estreia no cenário nacional.
Sete derrotas em 12 jogos, marcaram a equipe desde a primeira partida, em setembro, até o final de 2013. Um ano se passou e com um time reforçado, os números passados se inverteram: cinco reveses contra sete vitórias até o último jogo de 2014.
Embora o embalo das últimas cinco conquistas seguidas contra Uniara (SP), Minas, Rio do Sul (SC), Maranhão e São José dos Campos (SP) estejam frescas na memória, as atletas afirmam que muito ainda deve ser feito para melhorar o desempenho do time na tabela.
"Nosso time é melhor que o passado, mas ainda temos que treinar mais. São cinco vitórias, mas não fizemos mais que a nossa obrigação. O legal mesmo seria se a gente surpreendesse os times grandes. Ano passado conseguimos, mas agora isso ainda não aconteceu", critica a ponteiro Érika Coimbra. Ela é uma das quatro atletas da temporada passada que permaneceu no elenco.
A surpresa à qual Érika se refere foi em 17 de dezembro de 2013. Na ocasião, o time do DF venceu o Sesi-SP -a atual vice-campeã da Superliga- em casa, por 3 x 1. As equipes enfrentaram-se no último dia dois e, desta vez, as paulistas levaram a melhor pelos mesmos 3 x 1, em Taguatinga.
"Vamos aproveitar esse descanso do final do ano e voltar com tudo. Somos um time de semifinal agora", garantiu Érika.
Temporada de novidades
Cinco vitórias seguidas é um número inédito às atletas do Brasília/Vôlei. Na temporada passada, o máximo que conseguiram foi vencer quatro confrontos consecutivos, todos eles em janeiro - contra o Barueri (SP), Uniara (SP), Maranhão e São Bernardo (SP).
Além disto, o atual sexto lugar ocupado pelo elenco na classificação geral, também é outra novidade. Porém, o time não mostra tanto entusiasmo com isto e traz à memória confrontos engasgados.
Érika relembra o primeiro jogo do Brasília na temporada 2014/15, contra o São Bernardo, no ginásio do Sesi, em Taguatinga.
"Vencemos por 3 x 2, mas podíamos ter fechado por 3 x 0. Esse ponto vai fazer a diferença lá na frente", calcula a atleta. Uma vitória com derrota de até um set dá a soma de três pontos ao time.
O São Bernardo fechou o ano em 10º lugar, com nove pontos.
Kiara Mila Oliveira
kiara.mila@jornaldebrasilia.com.br

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