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CBV garante ao Banco do Brasil que irá implementar medidas sugeridas pela CGU





CBV garantiu ao Banco do Brasil que irá adotar medidas sugeridas pela CGU
CBV garantiu ao Banco do Brasil que irá adotar medidas sugeridas pela CGU

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) afirmou nesta quinta-feira que comunicou ao Banco do Brasil que irá implementar todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União (CGU) relativas aos contratos firmados pela entidade.

Segundo o relatório do órgão do governo, revelado em primeira mão pelo jornalista Lúcio de Castro no ESPN.com.br, a entidade que comanda o vôlei fechou vários acordos de maneira irregular.

"Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados como irregulares."

"A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros."

No nota, a CBV ainda diz que espera que o Banco do Brasil reveja a postura adotada e restabeleça o repasse financeiro, suspenso desde as conclusões feitas pela CGU foram tornadas públicas - o banco é o principal patrocinador da entidade há mais de 20 anos.

A confederação ainda frisa no comunicado que os dirigentes tem o apoio incondicional de Bernardinho e José Roberto Guimarães para administrar o atual momento do esporte.

Veja o comunicado da CBV na íntegra:

A CBV comunicou oficialmente ao Banco do Brasil nesta quinta-feira (18.12) que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. O cumprimento integral das ações demonstra que a nova gestão se compromete com uma governança responsável e transparente.

Auditoria externa, regulamento de contratações, vetos de empresas suspeitas, criação de comitê de apoio e, o principal, reaver judicialmente os valores de contratos apontados pela CGU como irregulares.

A CBV, com essas medidas, demonstra que os conceitos administrativos usados em gestões anteriores não condizem com as diretrizes atuais. Assim, a entidade confia que a parceria mais sólida do marketing esportivo nacional continue rendendo os resultados costumeiros.

De conhecimento de todas as ações desenvolvidas pela entidade, os técnicos José Roberto Guimarães e Bernardo Rezende manifestaram apoio incondicional aos dirigentes que têm a responsabilidade de administrar o atual momento do voleibol brasileiro.

A CBV espera que o Banco do Brasil restabeleça o repasse de recursos do patrocínio para que a realização das etapas do Circuito Open de Vôlei de Praia e o planejamento das seleções brasileiras em todas as suas categorias não sejam prejudicados.

A proximidade da realização dos Jogos Olímpicos pela primeira vez no Brasil evidencia a importância da manutenção do patrocínio do Banco do Brasil.

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