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Minas conta com a torcida para superar o experiente time do Rio




Natália, Rexona Ades X São Caetano, Superliga de Vôlei (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX)

Após três anos fora de uma semifinal de Superliga feminina, o Minas recebe o Rio de Janeiro neste sábado, na Arena Minas, com o objetivo de sair na frente da série melhor de três jogos. Embalado pela vitória sobre o Praia Clube, fora de casa, no confronto decisivo pelas quartas de final, a equipe conta com sua torcida para fazer diante das cariocas o que não conseguiu nos seus domínios contra o time de Uberlândia. Para isso, precisará de Jaqueline, sua estrela e principal pontuadora, em uma noite inspirada.
- Conquistamos duas partidas fora de casa nas quartas de final, e isso é importante para que o time veja que pode vencer fora ou dentro de casa. Após essa ótima vitória contra o Praia, a equipe está embalada, e queremos aproveitar esse embalo junto da nossa torcida, nesse primeiro jogo da semifinal - afirmou Marco Queiroga, que tem consciência de que suas jogadoras precisarão conquistar, pelo menos, um resultado positivo longe de Belo Horizonte para irem à final.
Mas do outro lado da rede tem o Rio de Janeiro, equipe experiente e acostumada com confrontos decisivos. Nos últimos dez anos, o atual bicampeão chegou à decisão em todas as edições e seu elenco apresenta jogadoras vitoriosas, com serviços prestados à seleção. Casos de Fofão, Fabi, Natália e a jovem Gabi, maior pontuadora da competição.
- Quando chegamos numa fase como a semifinal, a vontade de ganhar, de fazer um bom jogo, de levar o time para uma final é que faz a diferença. Quem tiver mais gana, mais vontade, vence. É lógico que tem toda a parte dos erros, a parte tática, de marcar as jogadoras adversárias, mas o que vai valer é o coração. E nós estamos preparadas. Sempre entramos em quadra com muita alegria e vontade. Desta vez, não será diferente - disse Natália, aniversariante do dia, que completa 26 anos.
A escolha do primeiro jogo em Minas Gerais é opção do time de melhor campanha na fase de classificação. Líder disparado, o Rio quis começar a série na casa do adversário, com o objetivo de pressioná-lo a ter de ganhar a todo custo, para não precisar de duas vitórias em solo carioca.

- É uma preferência nossa. Escolhemos jogar a primeira partida fora, pois podemos, caso tenhamos uma derrota, fazer dois jogos diante de nossa torcida, no Rio. Nosso adversário passa a ter a responsabilidade de abrir a série com um bom resultado em casa. Mas acho que isso não fará tanta diferença contra o Minas. É uma equipe experiente, conta com jogadoras experientes como a Jaqueline, a Waleska e provou isso nas quartas de final, quando decidiu a série com vitórias fora de casa - destacou Bernardinho.
As equipes já se enfrentaram duas vezes nesta edição da Superliga, com duas vitórias do Rio. No primeiro turno, jogando em BH, um tranquilo 3 a 0, mas com o Minas ainda sem Jaque. No returno, no Ginásio do Tijuca, a história foi diferente. Com 25 pontos da inspirada ponteira da seleção, as cariocas sofreram para fechar a partida no tie-break. Na ocasião, Gabi marcou 30 pontos e foi o destaque.

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