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Noticias sobre a parceria do Juiz de Fora e o Flamengo




 

A parceria entre Juiz de Fora e Flamengo está cada vez mais próxima. Pelo menos esta é a impressão que o supervisor de voleibol da equipe mineira passa no discurso. Na tarde desta segunda-feira, Heglison Toledo foi procurado pelo GloboEsporte.com e afirmou que as conversações estão adiantadas com o clube rubru-negro e que resta pouco para o acordo ser oficializado. Com o nono lugar na última disputa, uma posição abaixo da vaga classificatória aos playoffs, o Juiz de Fora tem assegurada sua participação na edição 2015/16. Caso o Flamengo queira se associar ao clube já existente, não terá qualquer impedimento por parte da CBV ou outro adversário.

– Está engatilhado. As conversas estão avançando e tudo está bem encaminhado. Falta uma parte importante, que é a definição sobre a captação de recursos para saber qual a base de investimentos para a montagem da equipe para a temporada – destacou.

De acordo com Heglison Toledo, esta fase de captação de recursos está a cargo do Departamento de Marketing do Flamengo, que estuda questões de orçamento e investimento no voleibol. A ausência dos números ainda não permite saber se a comissão técnica da equipe mineira, que comandou o Juiz de fora na Superliga 2014/2015, permanecerá, liderada pelo técnico Alessandro Fadul. Sobre os mandos de quadra e treinos, o dirigente afirma que também não há definição, mas que ambos os lados serão beneficiados com a provável parceria.

– É importante lembrar que este projeto é uma festão compartilhada. Desta forma, as partidas como mandante e os treinamentos devem ser definidos de forma conjunta. Além disso, é preciso lembrar que o Juiz de Fora surgiu como um projeto acadêmico, que visa à parte esportiva e, certamente, seguiremos esta lógica – destacou o dirigente, que afirma que o Juiz de Fora espera definir todos os detalhes do acordo até o fim de julho.

O Flamengo sonha em retornar à disputa da Superliga de vôlei masculino após 19 anos ausente. Para que o projeto saia do papel é preciso um investimento de R$ 3 milhões. A quantia é considerada mínima para a formação de um time competitivo. Na avaliação dos dirigentes do clube carioca, R$ 6 milhões é o montante satisfatório para o retorno à competição em condições de disputar de igual para igual com os concorrentes.

Fonte: GE

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