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Brasil coloca 3 duplas nas semifinais femininas do Mundial de Vôlei de Praia




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O Brasil voltou a mandar no vôlei de praia feminino. Se havia qualquer dúvida disso, ela foi dizimada nesta quinta-feira. Em seis jogos, foram seis vitórias de duplas brasileiras. A única derrota, foi em confronto direto. Assim, a semifinal do Campeonato Mundial terá três times brasileiros, com a garantia de pelo menos duas medalhas.

As mesmas duplas que garantiram ouro, prata e bronze no Grand Slam de St. Petersburg (EUA), há duas semanas, na última etapa do Circuito antes do início do Mundial, chegaram também à semifinal na Holanda: Ágatha/Bárbara Seixas, Juliana/Maria Elisa e Fernanda Lima/Taiana. Assim como na Flórida, só Larissa/Talita ficou pelo caminho.

Um ano depois de a dupla ser formada, Larissa e Talita ainda podem contar nos dedos o número de derrotas. Após 19 torneios, entretanto, essa conta passou para a segunda mão, e de uma forma cruel. Campeãs de duas das seis etapas seguidas do Circuito, elas foram eliminadas do Mundial exatamente por suas ex-parceiras. No primeiro confronto brasileiro da competição até aqui, Juliana/Maria Elisa venceram Larissa/Talita por 2 sets a 1 com parciais de 19/21, 21/18 e 15/13.

Juliana e Maria Elisa ainda voltaram à quadra para fazer mais um jogo nesta quinta-feira, primeiro e único dia do Mundial em que cada dupla precisou fazer duas partidas. As veteranas encararam a dupla sensação Bansley/Pavan, do Canadá, e venceram por 2 a 0, com 25/23 e 21/18.

A semifinal, nesta sexta-feira, em Haia, tem tudo para ser um jogão. Afinal, Juliana/Maria Elisa vai enfrentar Ágatha/Bárbara Seixas. As rivais brasileiras fizeram as finais das últimas duas etapas do Circuito, com título de Juliana/Maria Elisa em Porec (Croácia) e Ágatha/Bárbara em St. Petersburg.

Para chegar à semifinal do Mundial, Ágatha e Bárbara passaram por Humana-Paredes/Pischke (Canadá), por 2 a 0 (21/15 e 21/14), e pelas chinesas Wang/Yue, com parciais de 21/18 e 23/18. Em seis jogos, as brasileiras só perderam um set no Mundial.

A maior surpresa, entretanto, é a campanha de Fernanda Berti/Taiana. A dupla, formada este ano, iniciou a temporada como sexta ou sétima força do País, não conseguiu se classificar nem para o qualifying em Moscou (Rússia) e Porec, mas agora já está pela segunda vez seguida na semifinal.

As brasileiras também só perderam um set até aqui no Mundial, após seis partidas. Nesta quinta, passaram por Liliana/Baquerizo (Espanha), por 2 a 0, com parciais de 21/17 e 21/19 e por Bawden/Clancy (Austrália), por 2 a 1, com parciais de 15/21, 21/16 e 18/16. Na semi, elas encaram Holtwick/Semmler, da Alemanha.

O Campeonato Mundial não vale para a corrida olímpica brasileira porque, diferente das demais etapas do Circuito Mundial, não permitia a inscrição de mais do que quatro duplas por País. Ao retirar o Mundial da corrida, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) visou não prejudicar quem não teve vaga na competição, especialmente Maria Clara/Carol e Lili/Carol Horta.

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