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Brasil luta por seu 17º pódio no Grand Prix




Seleção tenta terceira vitória nas finais do Grand Prix (Foto: David Abramvezt)


Desfalcada de seis titulares em relação ao título do Grand Prix de 2014 (Jaqueline, Fê Garay, Fabiana, Thaísa, Sheilla e Camila Brait), a seleção brasileira não conseguiu atingir o sonho de ser tricampeã consecutiva do Grand Prix e, de quebra, ainda viu os Estados Unidos ratificarem a sua condição de melhor equipe do vôlei feminino na atualidade, ao conquistarem o título do Grand Prix, dez meses depois de vencerem o Mundial. Após uma campanha perfeita na fase de classificação, com nove vitórias em nove partidas, o Brasil foi derrotado duas vezes em quatro rodadas das finais da competição, em Omaha, nos Estados Unidos, transformando assim a sua luta pelo caneco em busca pelo seu 17º pódio na história da contenda disputada anualmente. Em 23 anos de existência da disputa, o maior vencedor soma dez títulos, uma prata e cinco bronzes. Mas as atuais bicampeãs olímpicas querem muito aumentar esse número com um triunfo sobre a Itália, neste domingo, a partir das 17h10 (de Brasília), no Century Link Center.

- A partida contra a Itália vale um pódio e vamos lutar até o final pela melhor classificação possível. O vôlei brasileiro sempre entra para ser campeão de todas as competições, quando isso não acontece, nós precisamos lutar muito para estar nos pódios - disse o técnico Paulo Coco.

Com duas vitórias e duas derrotas em quatro jogos, a seleção brasileira soma seis pontos e entra no dia final em quarto lugar. Porém, as chinesas, que estão em segundo e somam sete pontos, terão de encarar os Estados Unidos, por volta das 21h (de Brasília). Já a terceira colocada Rússia, com os mesmos seis pontos das brasileiras, vai encarar o Japão, a partir das 19h10 (de Brasília).

- Está embolado, mas temos totais condições de ir ao pódio. É importante para essas jogadoras do nosso grupo a gente fechar bem o Grand Prix. É importante para elas jogarem mais, enfrentarem desafios e darem a volta por cima após uma derrota - comentou Coco.

Maior destaque do Brasil nas finais do Grand Prix, a central Juciely só quer saber de colocar uma medalha no peito. Ela foi a que mais sentiu o baque da derrota para as americanas.

- A gente não conseguiu fazer um bom jogo contra os Estados Unidos e agora vale a luta. Nós vamos nos reerguer novamente e buscar esse segundo lugar. Estou triste, não é fácil. Mas, por toda nossa trajetória neste Grand Prix, o grupo é merecedor de estar no pódio, não só eu, mas todas as jogadoras vamos lutar para buscar esse pódio - afirmou a veterana de 34 anos.

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