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Brasil tem boa atuação na Liga Mundial e chega bem às finais




Sérvia x Brasil Liga Mundial de vôlei 2015 (Foto: FIVB)
 
A trajetória sem sustos nem de longe fez lembrar os dias difíceis da temporada anterior. Foi possível, sem perder o ritmo, fazer um rodízio entre os jogadores ao longo da primeira fase e testar formações diferentes. A comissão técnica queria que todos tivessem a mesma chance de mostrar serviço antes de definir os 14 que seriam relacionados para a fase final, de 15 a 19 de julho, no Maracanãzinho. De longe, ora das cabines de transmissão ora das arquibancadas, Bernardinho acompanhou a tudo e fez anotações. Lá dentro, quem esteve na lateral da quadra durante os 10 jogos em que o técnico cumpria uma suspensão imposta pela Federação Internacional (FIVB) foi seu assistente, Rubinho. Durante esse período, o Brasil venceu oito vezes e perdeu duas, no tie-break, para a Sérvia e Itália, ambas fora de casa. 

No retorno de Bernardinho à quadra, o time passou pelos italianos sem muita dificuldade em Cuiabá, mas foi superado no confronto seguinte, no quinto set, sofrendo sua primeira derrota em seus domínios. Ao término da primeira etapa, a comissão técnica optou pelos cortes de Rapha, Vissotto e Felipe. Depois de três dias de folga, a equipe retomou os trabalhos nesta terça-feira, no CT de Saquarema. O grupo está confiante de que chegará ainda mais forte ao "novo campeonato". Bernardinho já ressaltou a força dos adversários, sobretudo de Estados Unidos e Polônia, que foram os melhores do Grupo B. No caminho até o sonhado deca, os brasileiros terão os americanos - com quem jogaram a decisão na temporada passada - e o vencedor do quadrangular da Segunda Divisão, que será definido no fim de semana (Bulgária, França, Argentina e Bélgica). Na outra chave estão Polônia, atual campeã mundial, Sérvia e Itália.    

Desde o início do trabalho, o treinador enxergou um time com uma postura diferente, mais consistente e com muita energia física. O retorno de Serginho também vem contribuindo não apenas dentro das quatro linhas, mas fora dela. O líbero campeão olímpico dá e exige sempre o máximo dos companheiros nos treinos e jogos. A disputa acirrada em todas as posições também tem sido considerada um ponto alto. A temporada será de testes para que a equipe olímpica seja fechada e o elenco já comece 2016 definido. Evandro, Riad e Isac deram passos importantes para impressionar o chefe. Depois de 12 jogos, as atenções agora estão voltadas para reduzir as falhas no saque e nos contra-ataques. A oscilação foi destacada por Bernardinho.   

Os 14 jogadores que estarão nas finais são os levantadores Bruninho e William Arjona; os opostos Wallace e Evandro; os centrais Lucão, Isac, Riad e Eder; os ponteiros Murilo, Lucarelli, Lipe e Lucas Lóh; e os líberos Serginho e Mario Jr.

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