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Walewska mescla vontade e experiência no Praia





Seleção brasileira feminina de vôlei, Walwska, Copa dos Campeões (Foto: Divulgação / FIVB)
Mudar de clube e endereço não é nenhuma novidade para a campeã olímpica Walewska de Oliveira, que passou por equipes na Itália, Espanha e até Rússia. A jogadora é mineirinha da capital e se despediu do Minas Tênis para jogar a próxima temporada da Superliga Feminina vestindo a camisa aurinegra do Praia Clube. Na equipe de Uberlândia, a promessa é somar experiência e vontade de crescer, atingindo a meta de estar entre os primeiros colocados da competição.

– Sou mineira de Belo Horizonte e confesso que já me sinto em casa com um projeto muito bacana, com pessoas envolvidas. A cidade também é ótima. Embora uma cidade do interior, aqui temos acesso a tudo e as pessoas são muito acolhedoras – defendeu a nova casa.
Na divisa da posição com Natasha, Renata e Edneia, a central elogiou o jovem elenco mineiro e destacou as principais características do grupo. Entre a tranquilidade, união e dedicação, a determinação em buscar o crescimento em quadra talvez seja o que mais chama a atenção da atleta.
– Quando a gente vem jogar contra, não sabemos a dimensão do que é o clube, a rotina das adversárias e os trabalhos desenvolvidos. Mas percebo que a comissão organizou muito bem essa pré-temporada e que o grupo está indo super bem. É um elenco que se dedica muito e que quer crescer. Tenho gostado bastante do que vejo.
Os 35 anos da jogadora carregam medalhas de ouro pela seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, pela Copa dos Campeões em 2013, no Japão, três vezes no Grand Prix e uma nos Jogos Pan-americanos de 1999. Também soma duas pratas no Mundial, uma na Copa do Mundo e outra no Pan de 2007, no Rio de Janeiro. Na virada do milênio, foi bronze nas Olimpíadas de Sydney.
As primeiras semanas junto ao elenco da temporada servem justamente de parâmetro para Walewska se encaixar, analisar potenciais e ver onde pode contribuir mais. A experiência com certeza será fundamental, mas a responsabilidade não pesa tanto.
– Acho que tudo o que eu passei em outros clubes e na seleção brasileira foi construindo essa experiência, que é algo muito natural. Não existe peso, embora eu saiba da responsabilidade. Quero usar a minha vivência para contribuir ao grupo e fazermos um primeiro turno e returno da Superliga bons, para que a gente consiga uma boa classificação.

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