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Sesi-SP bate Rio do Sul e assume a sexta posição na Superliga





A derrota no primeiro turno, no tie-break, ainda estava viva na memória. Para piorar a situação, o Rio do Sul mostrava que estava disposto a repetir a dose. Mostrava consistência, dominava o primeiro set e levava preocupação ao Sesi-SP. Mas Jaqueline e Fabiana deram um passo a frente e fizeram fazer valer a experiência. Neste sábado, diante de sua torcida, as bicampeãs olímpicas tomaram as rédeas da partida e foram fundamentais para a vitória, de virada, da equipe paulista na segunda rodada do returno da Superliga: 3 sets a 1, parciais de 17/25, 25/19, 25/20 e 25/19.  

Jogadoras do Sesi-SP comemoram mais um ponto no jogo contra o Rio do Sul vôlei (Foto: Reprodução / Twitter Sesi-SP)

Com o resultado, o time assegurou a sua sétima vitória em 13 jogos, assumindo a sexta posição na tabela, antes em poder das adversárias. Jaqueline foi eleita a melhor jogadora do confronto. O próximo compromisso do Sesi-SP na competição será nesta segunda-feira, às 18h30, contra o São Caetano, também na Vila Leopoldina.

O jogo

O time catarinense forçava o saque, mostrava consistência nas viradas de bola e fechava o primeiro set: 25/17. As anfitriãs fugiam três pontos na parcial seguinte (10/7), mas logo viam o Rio do Sul empatar a partida (12/12). Jaqueline e Fabiana chamavam a responsabilidade e o Sesi-SP voltava a construir uma boa frente (19/15). Outra vez as visitantes mostravam poder de reação e se aproximavam, tirando proveito também das bobeadas da equipe paulista (19/18). A boa passagem da levantadora Carol pelo saque complicou a vida do Rio do Sul. A parcial ia para as donas da casa: 25/19.

As comandadas do técnico Spencer Lee não queriam papo. Voltavam para a quadra e faziam rapidamente 3/0. O Sesi-SP respondia. Jaqueline subia sozinha no bloqueio e deixava tudo igual (4/4). A virada viria logo em seguida, graças a um erro de ataque das adversárias. Jaqueline e Fabiana seguiam fazendo a diferença e o time fazia 2 a 1: 25/20.

O Sesi-SP não deixava o ritmo cair.  As catarinenses já erravam mais e as rivais tiravam proveito para abrir 12/7. Ellen soltava o braço, Fabiana também. A diferença já chegava aos nove pontos (20/11) e o Rio do Sul continuava parando nos bloqueios e sendo freado por suas próprias falhas. Melhor para as pupilas do técnico Talmo, que levavam a melhor no confronto: 25/19.

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