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Alix e Natália trazem rivalidade olímpica para final da Superliga




 
As duas atletas são as maiores pontuadoras da Superliga
 

A rivalidade entre Brasil e Estados Unidos no vôlei feminino já é bem conhecida. Nas últimas duas finais olímpicas, as seleções se enfrentaram valendo a medalha de ouro olímpica, com duas vitórias brasileiras. Este ano, na grande decisão da Superliga feminina entre Rexona-Ades e Dentil Praia Clube, a rivalidade olímpica volta com força, e simbolizada em duas das melhores jogadoras do torneio: Natália e Alix.

As duas são as maiores pontuadoras desta edição da Superliga, e prometem rivalizar pelo protagonismo na decisão. Em primeiro lugar, aparece a americana Alexandra Rose Klineman, ponteira do Praia Clube, que lidera o ranking com 438 pontos. Em seguida, vem Natália, ponteira do Rexona. Com 379 pontos, a brasileira é a segunda que mais pontuou na competição.

Entrando mais a fundo nos números ofensivos - que levam em consideração pontos por ataque, bloqueio e saque -, a vantagem ainda é da atleta dos Estados Unidos, e ao mesmo tempo mostra o potencial que as duas atletas possuem para decidirem o jogo por suas respectivas equipes.

No quesito ataque, Klineman leva a melhor sobre Natália. São 374 pontos da americana contra 320 da brasileira. Apesar da diferença de quase 50 pontos, a eficiência das duas é muito parecida. A jogadora do Praia Clube tentou 930 bolas, e soma um aproveitamento de 35%. Já Natália, em 759 tentativas, acertou 34%

No saque, Klineman novamente aparece em vantagem. De um total de 322 tentativas, foram 23 aces, 53 erros e 246 bolas que chegaram na quadra adversária, que somam um aproveitamento de 7%. Natália, com 369 tentativas, fez 18 aces, 29 erros e 322 bolas que passaram da rede, totalizando 4% de aproveitamento.

Natália não supera Klineman em nenhum quesito ofensivo, mas há um aspecto em que ambas estão em pé de igualdade. Nos bloqueios, as duas jogadoras têm exatamente o mesmo número de pontos. São 41 nesse fundamento.

Contratada no começo deste ano do Novara, clube no qual defendia na Itália, Klineman, 26, de 1,95m, natural de Manhattan Beach, na Califórnia, é a quarta americana a defender a equipe mineira. Com a experiência de ter defendido sua seleção nacional e conquistado o bronze no Pan em 2011, a novata em solo brasileiro busca o primeiro título por aqui logo em seu primeiro ano.

Natália, por outro lado, acumula a experiência e ter disputado e conquistado uma medalha de ouro na Olimpíada de Londres, em 2012. Tida como diamante bruto do vôlei brasileiro, a atleta de 26 anos carrega a esperança do time de Bernardinho para conquistar mais uma vez o título da Superliga.

Domingo, dia 3 de abril, às 9h, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, será a hora de conhecer qual das duas sairá de quadra campeã, se Natália com a equipe carioca ou a estreante Klineman pelo time mineiro. Com os números apresentados até aqui, uma coisa é certa: com elas, qualidade em quadra e bom voleibol não faltarão.

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