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FIVB quer abreviar comemorações e replay só em lances espetaculares




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A FIVB já está instruindo os árbitros a serem rígidos com celebrações excessivas e também pretende evitar que os replays sejam usados constantemente, somente em lances "espetaculares", conforme explicou o secretário-geral da federação, Luiz Fernando Lima, em entrevista exclusiva ao ESPN.com.br.

Segundo ele, hoje o intervalo entre os pontos dura em média 25 segundos, um aumento de 150%, por exemplo, com relação à Olimpíada de Moscou em 1980, quando demorava-se 10s entre o fim de uma jogada e o saque.

"A parte da FIVB (nos Jogos Olímpicos) é garantir que você vai ter os elementos necessários para a melhor competição possível, e essa Olimpíada terá algumas novidades: o sistema de desafio, que vai ser a primeira vez em uma Olimpíada, tanto no vôlei de quadra quanto na praia; o entretenimento no vôlei indoor também será reforçado, como já acontece no vôlei de praia há muito tempo; e realizando seminários com os juízes para fazer com que eles se preparem para colocar em prática essa nova apresentação do esporte na Olimpíada", disse o ex-executivo de esportes da Rede Globo.

"Tradição é: acabou o ponto, os jogadores vão para suas posições, quem tem que sacar vai para o saque, e o jogo recomeça. Se você pegar a história do vôlei era assim até metade dos anos 1980, começo dos 1990. Nos anos 1980, o tempo que levava para o saque ser dado era de aproximadamente 10s. No começo dos anos 2000, esse tempo do intervalo durava 15s. Nos últimos dez anos, se acentuou esses protocolos entre os jogadores de se cumprimentarem, e um bater na mão de todo mundo, e o cara bater na mão do cara do banco. Uma série de rituais foi sendo criado muito recentemente, é algo que tem menos de 15 anos. É uma coisa generalizada", falou o brasileiro.

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