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Campeã olímpica, Sassá comemora defender o Fluminense




Sassá ao lado do técnico Hylmer Dias na apresentação do elenco tricolor (Foto: Mailson Santana/ Fluminense)

Campeã olímpica, pentacampeã do Grand Prix, bicampeã sul-americana, campeã do mundo e tetracampeã da Superliga feminina. O currículo é vasto, mas Sassá terá mais um desafio na vitoriosa carreira: ser uma das líderes do Fluminense na volta à elite do vôlei brasileiro. Por conta de sua história e experiência, a ponteira sabe que será uma das principais jogadoras do time carioca na próxima temporada do campeonato nacional. E isso foi mostrado logo na apresentação da equipe nas Laranjeiras, quando Sassá foi pega de surpresa ao ser anunciada capitã.

- Eu não sabia. Soube agora. Mas é uma motivação a mais. Quando joguei no Vasco, era bem novinha, tinha menos responsabilidade que as atletas mais velhas. Agora os papéis se inverteram. Sou uma das mais velhas. A cobrança e a responsabilidade vão ser maiores em cima de mim e estou preparada para isso. Vou ajudar as meninas mais novas, que estão chegando agora, cheias de animação e ansiedade. Às vezes, atletas mais novas querem fazer tudo de uma vez e precisamos saber dosar isso. Acho que essa troca de experiência é fundamental. Elas vem com gás que nós talvez já tenhamos perdido um pouco por causa da idade. Mas tenho certeza que uma grande equipe - disse. 

Sassá já passou por grandes times do vôlei brasileiro. Rio de Janeiro, Osasco e Sesi-SP são alguns deles. Mas a veterana sabe que agora voltará a defender um clube "de camisa". A ponteira já teve essa experiência em 2000 e 2001, quando jogou pelo Vasco, e lembra que a sensação é diferente. 

- Tem muita diferença (do Fluminense para os outros times). Isso é uma loucura. Os torcedores do futebol aparecem nos treinos e em massa nos jogos. Nós não estamos tão acostumada a ter isso numa equipe que tem só o vôlei. Então vamos ser cobradas, temos que estar preparadas para isso. Torcedor de futebol é passional, ele quer resultado, bom desempenho. Então temos que  estar preparadas para recebê-los, sendo criticadas ou elogiadas. 

Elenco e comissão técnica do Fluminense para a Superliga 2016/2017 (Foto: Mailson Santana/ Fluminense)E

E a jogadora de 33 anos já pôde sentir isso nos primeiros dias no clube. Para ela, o apoio da torcida é um motivador a mais para trabalhar.

- Já deu para sentir algo diferente. Andamos pelo clube, desde o primeiro dia, todo mundo fala "que legal que você veio, temos que ganhar". Vamos representar bem o Flu. Sabemos que há aquela paixão a mais. Então a gente fica feliz e esperamos fazer um bom trabalho. É uma motivação a mais - afirmou.

 

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