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Fabíola comemora convocação e maternidade após achar que vaga olímpica estava perdida




 

Mãe há dois meses, a levantadora da seleção de vôlei Fabíola comemorou esta semana o segundo "parto" neste período. Após dar à luz Annah Vitória, em maio, ela viu nascer a tão esperada convocação olímpica, sonho tão difícil e perseguido que pode ser comparado à maternidade.

— Pude reviver tudo. Voltei a 2012, ao momento do meu corte. Não tem alegria maior que ouvir do Zé Roberto que estava entre as 12. Valeu a pena não ter desistido do meu sonho, ter acreditado que era possível. Eu chorei muito. Desta vez, de alegria — conta a atleta, que chegou a dar como encerrada sua chance de estar nos Jogos Olímpicos:

— Quando descobri que estava grávida, calculei o tempo e falei: "Já era". Se fui cortada em 2012, quando estava bem fisicamente, agora, grávida, vi meu sonho indo embora.

Por conta da gravidez, Fabíola não participou do Grand Prix. Passou as últimas semanas treinando com a equipe sub-23, em Saquarema. Há uma semana, se juntou às demais companheiras de seleção principal.

Para convocar a levantadora, que deve ser reserva de Dani Lins, José Roberto Guimarães consultou ginecologistas e até o técnico de Fabíola na época da primeira gravidez. Annah Vitória está morando com a mãe e a irmã Andressa, de 7 anos, num apartamento alugado recentemente em Saquarema, onde a seleção treina. Enquanto Fabíola trabalha, quem toma conta das crianças é a babá.

— Annah significa graciosa, que siginifica agraciada. E Vitória porque passei por momentos difíceis na vida. Quando recebi a notícia (de que ainda poderia ser convocada para a seleção), quis coroar, porque ela realmente foi uma grande vitória. O nome foi profético.

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