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Itália passa pelo Irã e enfrenta os EUA na semifinal




A resistência durou pouco mais de um set. Nesse período, a Itália passou sufoco. O Irã fez o primeiro set ser longo. Deixou estampado no rosto dos adversários a preocupação. Mas Zaytsev & Cia souberam ter paciência para dar o bote. O levantador Giannelli também explorou bem o trio ofensivo formando pelo oposto, por Juantorena e Lanza, responsáveis por 18, 16 e 11 pontos, respectivamente. Com eles afiados, o caminho até a vitória foi ficando mais tranquilo. Nesta quarta-feira, no Maracanãzinho, os italianos venceram o confronto por 3 sets a 0 (31/29, 25/19 e 25/17) e avançaram às semifinais do torneio olímpico. Brigarão por um lugar na decisão com os Estados Unidos. 

Na fase de classificação, os times se enfrentaram na segunda rodada do Grupo da Morte. Os americanos perderam por 3 a 1. 

O jogo

Os iranianos iam para cima e na primeira bobeada dos italianos fugiam no placar (12/10). Gianlorenzo Blengini pedia tempo e Zaytsev consertava tudo na volta. Mas já não tinha mais tanta facilidade. O levantador Marouf trabalhava bem com Seyed e impedia que a Itália desgarrasse (20/20). Mahmoudi também aparecia bem na reta final e colocava seu time na frente (23/22). E logo vinha a resposta. Mas o saque de Juantorena não passava. Zaytsev não deixava que o set fosse fechado e ainda impedia a conclusão do ataque seguinte, subindo sozinho no bloqueio. A situação se invertia. Os comandados de Raul Lozano não desistiam e tinham novo set point. Ghaemi sacava e falhava. Os iranianos criavam oportunidades. Se não sabiam aproveitá-las, Juantorena, sim. Bloqueava e dava a primeira parcial para a Itália: 31/29.

Zaytsev  encontrava em Seyed um marcado incansável. Dava então um outro jeito de fazer seus pontos. Um ace, um outro mais forte bem aproveitado pelos companheiros, e a Itália fazia 7/6. Seyed estava atento também a Juantorena. Giannelli então acelerava as jogadas. A Azurra soltava seu jogo, tirava o passe da mão de Maurof e respirava. A passagem de seu jovem levantador pelo serviço rendia bem (21/17). O Irã sentia e não reagia: 25/19. 

A defesa italiana ia ajudando a minar ainda mais as forças dos rivais (14/9). Lanza virava todas as bolas. A diferença aumentava rapidamente (19/11). O time de Marouf não era mais um problema e via terminar ali a sua campanha de debutante olímpico:  25/17. 

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