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Sidão dá "geral" no ombro e mira volta no fim da Superliga




vôlei treino Sidão Sesi (Foto: Divulgação)

Era um treino normal em Taubaté até Sidão subir à rede e sentir seu ombro direito descer. A dor da luxação era forte, mas não tão intensa quanto à da lesão anterior, principal razão de seu corte antes dos Jogos do Rio. O central foi para a mesa de operação na última segunda-feira, passou por uma artroscopia e uma capsuloplastia e vai precisar de cinco meses para voltar às quadras. Com as novas cirurgias, Sidão espera estar livre das dores e pronto para ajudar o Sesi-SP na reta final da Superliga.

- Operação é osso, né? Mas estamos aí, firme e forte. São, mais ou menos, cinco meses. É uma cirurgia um pouco mais complexa. Não mexeu em nada na minha cirurgia anterior. Não tem nada a ver. Mas eu acabei fazendo tudo. Dei uma "geral" no ombro para não ter mais problemas. A ideia é voltar sem complicação nenhuma. São mais ou menos cinco meses para tentar voltar na fase final da Superliga. Voltar a treinar em fevereiro. Vi que estava doendo muito, mas não imaginava (o tamanho da lesão). Imaginava que poderia operar de novo, mas não sabia. Infelizmente, aconteceu. Foi o que sobrou para mim (risos). Quero voltar nas quartas, na semi, para tentar ajudar

Sidão lamenta o momento. Neste começo de temporada, o central estava empolgado. Bem nos treinos e em quadra, o jogador imaginava um Sesi forte rumo à Superliga, que terá início no dia 26 de outubro. O jogador do Sesi-SP diz que chegou a se sentir deprimido, mas espera começar logo sua recuperação.


- Estava muito bem. Os médicos falaram que realmente uma fatalidade. Eu não estava sentindo dor nenhuma no ombro. Estava treinando bem, jogando bem, titular. Cumprindo bem o meu papel. Foi até uma coisa muito estranha o que aconteceu. Se eu estivesse sentindo alguma dor, algum desconforto, poderia ser uma justificativa. Mas eu não estava sentindo nada. Então foi uma coisa que me pegou de surpresa. Fiquei triste, meio deprimido, mas não adianta ficar de canto, me remoendo. Tenho que correr atrás. A vida é essa. Não é fácil, mas temos de dar a volta por cima.

Seus 34 anos, ele diz, não serão problema na recuperação. Sidão afirma que o tempo de recuperação é normal após uma cirurgia tão complexa. O central espera começar a fisioterapia em três semanas para tentar voltar aos treinos em fevereiro. Agitado, sabe que será um período complicado, mas terá a ajuda de Dani Lins e de sua mãe até o retorno ao time.

-  É complicado. Eu não consigo ficar muito tempo parado, sou totalmente ligado nos 220 Volts. Vai ser complicado, mas eu tento começar a fazer as coisas exatamente quando puder. Dani me ajuda, minha mãe também. Estou bem amparado por minha mulher e minha mãe. É realmente muito difícil. Primeira noite em casa, depois da cirurgia, eu senti muita dor. Mas vou melhorar.

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