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A dor de cabeça de Zé Roberto




Após a eliminação nas quartas de final da Rio-2016, a Seleção Brasileira feminina entrou em processo de renovação para o ciclo olímpico Tóquio-2020. Entre as remanescentes após aposentadorias, lesões e pedidos de dispensa, a ponta Natália se transformou na capitã do time.
Eleita a melhor jogadora na conquista do Grand Prix, no ano passado, e escolhida pelo Comitê Olímpico do Brasil como a principal atleta da modalidade em 2017, ela virou agora a principal dor de cabeça de José Roberto Guimarães para a temporada.
Um problema no joelho esquerdo fez Natália perder dois meses de disputa do Campeonato Turco e da Liga dos Campeões da Europa. Ela voltou ao Fenerbahce, na semana passada, após descartar uma cirurgia e optar pelo tratamento mais longo com fisioterapia. Mas logo na segunda partida das quartas de final do torneio local, contra o Bursa, na quinta-feira, a brasileira saiu com o placar apontando 5 a 1 no primeiro set. Na partida anterior, ela jogou quatro sets e marcou apenas três pontos.


O alerta amarelo se transformou em vermelho piscante no sinal para Zé Roberto & Cia.
No início do mês, fiz uma entrevista com Natália e citei a preocupação de integrantes da Seleção Brasileira com a situação física dela. A jogadora porém, revelou um discurso otimista sobre o retorno e a recuperação.
Não é descabido comparar a situação de Natália com a de Thaísa. No ano passado, lesionada também no joelho, ela seguiu jogando no sacrifício pelo Eczacibasi, até sofrer uma grave lesão. Alguns médicos chegaram a dizer que ela não voltaria mais a jogar. Depois de cirurgia e nove meses parada, ela retornou às quadras em fevereiro, justamente na equipe de Zé Roberto, o Hinode/Barueri.
Em um ano de Campeonato Mundial, competição nunca vencida pela Seleção feminina na história, a situação de Natália realmente preocupa. E muito!
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