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Superliga de Vôlei 15/16 é lançada no Rio




  Times masculinos na luta pelo título da Superliga 15/16   

Com a presença de representantes das 24 equipes participantes da competição, sendo 12 em cada naipe, o lançamento reuniu grandes nomes do voleibol brasileiro. A qualidade dos times promete jogos de alto nível técnico e de entretenimento para a torcida brasileira.

Os atuais campeões, Sada Cruzeiro (MG) e Rexona-Ades (RJ), chegam mais uma vez como fortes candidatos, mas terão grandes adversários pela frente.

No feminino, os times participantes são Rexona-Ades (RJ), Vôlei Nestlé (SP), Sesi-SP, Camponesa/Minas (MG), Dentil/Praia Clube (MG), E.C. Pinheiros (SP), Brasília Vôlei (DF), São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), Rio do Sul/Equibrasil (SC), São Bernardo Vôlei (SP), Concilig/Vôlei Bauru (SP) e Renata Valinhos/Country (SP).

No masculino, estarão em ação as equipes do Sada Cruzeiro (MG), Sesi-SP, Funvic/Taubaté (SP), Minas Tênis Clube (MG), Brasil Kirin (SP), Copel Telecom Maringá Vôlei (PR), Lebes/Gedore/Canoas (RS), Juiz de Fora Vôlei (MG), Voleisul/Paquetá Esportes (RS), Bento Vôlei/Isabela (RS), São José dos Campos (SP) e Montes Claros (MG).

O presidente da CBV, Walter Pitombo Laranjeiras, o Toroca, destacou a importância da Superliga para o vôlei brasileiro. "Esta competição é fundamental para que tenhamos sucesso na formação de nossos atletas e renovemos o esporte", comentou o presidente da CBV.

O diretor de Competições de Quadra da CBV, Radamés Lattari, afirmou que esta edição da Superliga será muito forte. "Temos em quadra vários campeões mundiais e olímpicos, o que nos garante um ótimo nível de competição. Certamente a Superliga será um espetáculo", avaliou Radamés.

O evento de lançamento também ficou marcado pelas homenagens a nomes de destaque na história do esporte como Fofão, Renan Dal Zotto e Bebeto de Freitas, que em 24 de outubro entraram para o Hall da Fama, em cerimônia realizada em Holyoke, pequena cidade do estado americano de Massachussetts, onde o vôlei foi criado em 1985. Especial homenagem também foi prestada ao empresário Antônio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha, pelo trabalho incessante pelo desenvolvimento do esporte brasileiro, particularmente o voleibol.

Repatriados e estrangeiros

A 22ª edição da Superliga contará com a presença de pelo menos 19 atletas estrangeiros e 18 jogadores repatriados - é possível fazer inscrição até 22 de dezembro. Entre os atletas brasileiros que estão de volta ao país, aparecem como destaque o ponteiro da seleção brasileira, Lucas Lóh (Brasil Kirin), que estava na Polônia, o levantador Vinhedo e o ponteiro Thiago Alves (Sesi-SP), que jogavam em Portugal e no Japão, a ponteira Fofinha (Pinheiros), vindo da Turquia, a levantadora Ana Tiemi (Concilig/Bauru), que jogou na Romênia na última temporada, entre outros.

Entre os estrangeiros nomes como o cubano Dennis, uma das estrelas do Lebes/Gedore/Canoas, o japonês Fukuzawa, que defende o Copel Telecom Maringá Vôlei, as americanas Klineman (Dentil/Praia Clube) e Thompson (Rexona-Ades), assim como a cubana Carcaces e a belga Lise Van Hecke (Vôlei Nestlé), prometem deixar sua marca nessa edição da Superliga.


Medalhistas olímpicos

Outro ponto de destaque desta edição da Superliga fica por conta dos medalhistas olímpicos. Serão 20 jogadores que já subiram em um pódio de Jogos Olímpicos pela seleção brasileira. Alguns deles são as bicampeãs olímpicas Fabi (Rexona-Ades), Thaisa (Vôlei Nestlé), Jaqueline e Fabiana (Sesi-SP), além da líbero Sassá (Terracap/Brasília Vôlei), o levantador Ricardinho (Copel Telecom/Maringá), o central Sidão (Sesi-SP), o ponteiro Samuel (Voleisul/Paquetá Esportes), entre outros.

Do lado de fora

No comando das equipes, também estão nomes de peso do voleibol brasileiro. Entre os técnicos que estarão em atividade na Superliga 15/16 estão Bernardinho, medalhista de prata em Los Angeles 1984, treinador do Rexona-Ades, e William Carvalho, que esteve nesta mesma conquista e hoje dirige o São Bernardo Vôlei. Paulão, campeão em Barcelona 1992, comanda o Bento Vôlei, e seu companheiro naquele título, Talmo, é o técnico do Sesi-SP.

Há, ainda, aqueles que mudaram de função e deixaram de brilhar nas quadras para atuar fora delas. Depois da troca de atleta para supervisor do Vôlei Brasil Kirin, o campeão olímpico André Heller incentivou o companheiro na conquista do ouro em Atenas 2004 e, nesta temporada, quem faz o mesmo caminho é o ex-central Gustavo Endres, que se tornou supervisor do Lebes/Gedore/Canoas. O ponteiro Dentinho também pendurou as joelheiras e agora é o diretor-executivo do Bento Vôlei/Isabela.

E a Superliga mostra, ainda, que nem é necessário abrir mão da bola para desempenhar outro papel no time. Prova disso é o campeão olímpico Ricardinho, que é levantador, capitão e presidente do time de Maringá.

Logística

Na parte de logística, em um modelo inédito, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) viabilizará financeiramente, para as equipes masculinas, as viagens dos times visitantes, incluindo passagens aéreas, hospedagem e traslados terrestre, além de custear alimentação, arbitragem e fornecer bolas. Na superliga feminina, ficou acertado que a CBV também arcará com hospedagem, além dos custos com passagens aéreas, arbitragem e bolas.

Jogos de abertura

Vôlei Brasil Kirin (SP) e Copel Telecom/Maringá (PR), no masculino, e Terracap/Brasília Vôlei (DF) e Renata Valinhos/Country (SP), no feminino, serão as atrações dos jogos de abertura da Superliga 15/16. O primeiro confronto da competição reunirá os campineiros e os paranaenses e vai acontecer no próximo sábado (07.11), às 13h, em Campinas (SP). Depois, no dia 9 de novembro, o time candango receberá o do interior de São Paulo às 20h, no Sesi Taguatinga, em Brasília.

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