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Maranhão pode desistir de participar da Superliga B feminina




Maranhão pode desistir de participar da Superliga B de Vôlei Feminino
Maranhão pode desistir de participar da Superliga B de Vôlei Feminino

Depois de participar de duas Superligas A com uma equipe feminina, a Federação Maranhense de Voleibol (FMV), está a ponto de desistir de entrar na Superliga B 2016 com o Sampaio Corrêa. O projeto foi apresentado a Cemar, que sinalizou positivamente beneficiado pela Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado, mas até esta quarta-feira, a aprovação não saiu.

Tudo foi feito para que o Maranhão se fizesse representado na Superliga B 2016. As atletas, o técnico e a comissão de apoio foram contatados. Um grande grupo elaborou o projeto, mas apenas no dia 22 de dezembro foi protocolado na Secretaria de Desportos e Lazer (Sedel). De lá pra cá a FMV tentou de todas as maneiras agilizar o processo, mesmo sabendo que muitos prazos precisariam ser cumpridos pela Sedel que analisa e aprova os projetos a serem beneficiados pela Lei de Incentivo ao Esporte.


PLANO B
Nos primeiros dias deste ano de 2016 surgiu um plano B. A Faculdade Pitágoras, que já tinha um projeto aprovado e certificado, voltado para o voleibol, entraria como parceira. Com um valor bem menor que as necessidades do Sampaio na Superliga B, poderia servir como um passo inicial, até que se aguardasse a aprovação do outro projeto voltado especificamente para o Sampaio, mais segundo Edivaldo Pereira Biguá, presidente da FMV, essa possibilidade foi inviabilizada.

"O problema é que poderiam surgir equívocos quanto aos objetivos diferentes dos dois projetos. Mesmo beneficiando o voleibol maranhense, teria que se aguardar a aprovação do projeto do Sampaio, específico para a Superliga B. A pergunta que nos fazíamos era: e se o projeto não for aprovado? Diante dessas incertezas, decidimos por aguardar mais um pouco a contratação das atletas e técnico que viriam de outros estados para reforçar o Sampaio", comentou Biguá.

PLANO C
Surgiu, então um terceiro plano. O Sampaio seria representado na Superliga B apenas por atletas maranhenses. Mesmo assim não teríamos como arcar com os custos com salários da comissão técnica, hospedagem e alimentação nos jogos fora do Estado.

"O fato é que nos vimos impotentes diante das circunstâncias. Inscrevemos a equipe na Superliga B, pagando a taxa devida e enviando a relação com os nomes das pessoas a serem contratadas pela Lei de Incentivo, tanto atletas como comissão técnica e de apoio. A Cemar mais uma vez disse que entraria com o patrocínio. Mas a falta de tempo nos atrapalhou e o projeto até ontem não havia sido aprovado. Se existem culpados, fomos nós, que demoramos em entregar o projeto para análise e aprovação da Sedel", desabafou o presidente da FMV.

"Meus agradecimentos ao presidente do Sampaio Correa, Sérgio Frota, que comprou a ideia do projeto da Superliga B de voleibol feminino. O Sampaio entrou apenas com o nome do clube, que é fundador da FMV. Ele usou toda a sua influência como deputado estadual para agilizar a certificação do projeto, que ainda pode ser aprovado. Estamos correndo contra o tempo e apelando para a sensibilidade dos dirigentes e desportistas do Maranhão", finalizou Edivaldo Pereira Biguá.

A Superliga B começa dia 16. Pela tabela o Sampaio enfrentará o Fluminense do Rio de Janeiro no Castelinho.

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